Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Queriam matá-lo mas ele não deixou

O Tim mais o Rui Veloso andam para aí com uma música a dizer que queriam fazer uma série de coisas mas que não os deixaram. Acho que aconteceu qualquer coisa desse género com o meu chefe.

Vai daí, o destino quis que ele tivesse de transportar veneno no carro.

Podia tudo ter corrido de uma certa maneira (não quero dizer bem, não vá o diabo tecê-las), não fossem as embalagens irem fechadas.

Mas ainda assim deu para lhe espetar uma valente dor de cabeça.

 

Gozo geral à minha chegada perto da hora de almoço, na tentativa de tentar perceber quem é que teria pago mais para se ver livre dele.

 

O mais ridículo foi ver que às 17 horas o cheiro, dentro do carro, ainda era muito intenso mas por razões que até a razão desconhece, os vidros continuavam fechados e o fulano lamentava-se por ter de ir de carro para casa.

Se ainda estivesse a chover e não houvessem telheiros no estacionamento, eu até percebia.

 

Vai na volta e aquilo ainda dá uma grande moca.

publicado por Fausto às 20:33
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