Segunda-feira, 8 de Março de 2010

Toca-me e vais ver

 

O dia chegou!

Aquele dia em que cometo uma loucura e compro um telemóvel sem teclas.

Vamos ver se os prognósticos estão certos e daqui a um mês ando a dizer cobras e lagartos do bicho.

Esperemos que não.

Até agora estou contente (lol).

publicado por Fausto às 20:24
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Será que isto quer dizer alguma coisa?

Será?

 

E este?

Quem será?

publicado por Fausto às 17:04
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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Jogos sem fronteiras

 

Hoje de manhã, na caderneta de cromos falou-se dos Jogos sem Fronteiras.

A mente teletransportou-se imediatamente para os anos dourados da minha infância.

Hoje, talvez, não fizesse sentido ver senhores mascarados de bebés gigantes, avestruzes, barcos, etc, a cair dentro de água de 5 em 5 segundos mas, na altura, era o sonho de qualquer petiz, um dia poder vir a participar naqueles jogos.

Mal o Verão começava, já era tradição. A malta lá da rua sentava-se toda muito sossegadinha a ouvir os comentários do apresentador mais fofinho da altura, Eládio Clímaco. Viamos aquelas pessoas, que para nós eram verdadeiros heróis, a correr que nem desalmados para levar esponjas ensopadas de um lado ao outro de uma gincana, de olhos vendados, sendo agredidos pelos adversários, enquanto, ao mesmo tempo, os colegas gritavam as direcções para as quais tinham de ir.

Aquela ode à competição, à amizade, e principalmente, à parvoíce, fazia as delicias de toda a gente.

Guido Pancaldi e o Gennaro Olivieri, os árbitros mais correctos da história da arbitragem, davam o inicio de todas as provas com o - Atention, Pré, Piiiii - e falavam a lingua de todos os paises participantes. Mal, mas falavam.

 

No fim das duas horas de espectáculo, iniciava-se outro.

Tudo para a espreguiçadeira e rede de balanço, simular que estava a participar numa das melhores provas jamais inventada.

Era até alguém se magoar a sério ou, na melhor das hipoteses, ser hora de ir para a cama.

 

Hoje em dia, talvez, não faça sentido ter um programa daqueles, mas na altura, foi o melhor que podiam ter arranjado.

Obrigadinho, Charles de Gaulle.

publicado por Fausto às 18:26
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

O meu blog dava um programa de rádio

 

Este blog arranjou uma passagem para o vaivém espacial do mundo radiofónico e vai para o ar no dia 16 entre as 22h e as 23h. Segundo me disseram, seria a 16 de Fevereiro, mas como o programa passa todos os Sábados, quer-me parecer que houve um enganozito.

Assim como assim, apelo aos leitores que se tornem ouvintes, e que este Sábado, ou Domingo, ou outro dia qualquer durante a semana (já que vai estar em podcast no site da Rádio Comercial), ouçam os meus posts a passar nas vossas colunas.

Uma hora cheia de Fausto.

 

PS: Se não for este Sábado oiçam o blog que for que eu depois aviso a nova data...

publicado por Fausto às 11:47
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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

11 de Janeiro

 Passaram-se 27 anos e parece que foi ontem que ouvi a minha mãe a gritar. Ai! Não foi ontem, foi hoje. Mal chegou a casa, por causa de qualquer coisa que já nem me lembro.

Foi em 1983 que nasceu um génio, e desengane-se quem achar o contrário, já que não há ninguém que me convença do contrário. Apelidado por muitos de filho da Dona Luisa, eu sou mais que isso e por acaso até tenho nome próprio. Não é que importe, mas um dia todos vão sabe-lo.

 

Hoje visto o pijama do meu pai e as mangas não me ficam grandes.

publicado por Fausto às 01:27
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Domingo, 10 de Janeiro de 2010

Equipado para o frio

 Botas para a neve pelo Natal.

Calças para a neve pelos Reis.

Neve pelos anos.

Era qualquer coisa que fazia enorme sentido e me deixava cheio de feliz.

Pode ser que calhe.

Hoje já caiu.

É acabar-se com a chuva e tudo pode acontecer.

publicado por Fausto às 19:37
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Neve, neve e mais neve

 

Tendo eu nascido em Janeiro e gostando do frio do Inverno, preferindo-o à chuva, revela-se em mim uma reacção algo incompreendida pelos outros sempre que vejo nevar. Não é costume nevar na cidade florida. Não é que nunca tenha acontecido, porque nos últimos anos tem-se vindo a tornar um hábito, mas nunca deixa de ser estranho quando os bocadinhos de gelo caem no meu nariz.

Talvez porque, no ano em que nasci, a cidade tenha ficado coberta por um manto de neve eu sinta um gostinho particular por ela. Não sei.

O que é certo é que hoje cairam os primeiros bocadinhos de neve e senti-me um puto aos saltinhos dentro do carro.

Era bonito acordar amanhã e ver tudo branco com neve em vez da habitual geada.

publicado por Fausto às 19:29
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